domingo, 6 de dezembro de 2009

REFLEXÃO DO PROJETO DE INCLUSÃO DIGITAL

É de fundamental importância que a sociedade tenha oportunidade de acesso as tecnologias sociais do meio em que vive, elaboramos o projeto Terreiro Digital,que possa atender as demandas da comunidade.
Ver maiores detalhes do projeto con o link do blog da colega Marisete.

ALFABETIZÇÃO II


Na atividade de alfabetizção II com a professora Giovana Zen, traz uma aprendizagem significativa. Ela que já havia deixado uma inquietação no segundo ciclo quando discutimos sobre as concepções da alfabetização e a importância de aprender a ler e a escrever.
Sabemos que no decorrer do tempo o homem da pré-história aprendeu a se comunicar com varias linguagens, como a verbal, corporal e outras que dependem de uma compreensão do sistema de escrita.
Cabe a nós planejarmos algumas situações para que todas as crianças, quaisquer sejam seus conhecimentos sobre a escrita possam aprender a ler elaborando interpretações cada vez mais avançadas. Quando o professor propõe essas atividades problematizadoras favorece a eles participação em algumas práticas de linguagem e ao mesmo tempo o avanço da compreensão do sistema de escrita.É necessário que, estejamos preparados para sabermos como devemos passar as informações para as crianças sobre a leitura e a escrita. Pois a criança precisa aprender que a escrita tem estabilidade e que as palavras são aquelas mesmas independente de onde elas estão. É através das atividades de leitura que a criança aprende mais, por que ela ainda vai relacionar com a escrita convencional, refletindo sobre o sistema de escrita, observando alguns aspectos como: segmentação de palavras, forma de grafar, letras iniciais e finais das palavras, enfim ela pode perceber que a escrita é um sistema de representação.

RELAÇÃO FAMÍLIA/ESCOLA


Na atividade da palestra relação família/ Escola, com o professor Ivan Farias, ele nos fez alguns questionamentos
Como nós sabemos, a família é à base de uma boa formação de personalidades, caráter e responsabilidade para o individuo, pois a palavra família traz a ideia de laços de ligação muito forte, que jamais você se desprende de tudo.
Nos dias atuais, está cada vez mais difícil essa parceria entre família e escola, pois hoje as organizações das famílias estão mudadas, concordo com Julio Groppa Aquino quando ele afirma que quase toda a população parece crer que a maioria das famílias brasileiras se encontra atualmente em um estado denominado genericamente de “desestruturação” e que essa ideia vem como uma conspiração contra a potência do trabalho pedagógico.
O que vemos hoje nas escolas, é uma geração de crianças e adolescentes resultantes de contextos múltiplos de estruturação não apenas familiar, mas sociocultural. Sendo assim eu diria que o modelo de famílias hoje em dia encontra-se em estado de “transição” e não de desestruturação.Entretanto, é possível notar que os professores têm sido cada vez mais convocados a compartilhar dos problemas afetivos e atitudinais do seu alunado, pois as famílias hoje transferem uma boa parte de suas funções que antes eram resolvidas apenas ao âmbito familiar para a escola, por isso é interessante que a escola deixe bem claro o seu papel pedagógico para com a sociedade, isso pelo fato de que muitos educadores acabam ocupando tempo demais tentando moralizar seus alunos, administrar seus hábitos, discipliná-los enfim essas atitudes trazem certo desvio de função, acarretando também o professor que chega a levar a um desperdício de talento, pois o trabalho docente definitivamente não é esse.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

ENTRE OS MUROS DA ESCOLA


Ao assistir ao filme “Entre os muros da Escola” no grupo de orientação com a professora Solange Maciel e discuti-lo com os cursistas, pude refletir o quanto o professor precisa estar preparado emocionalmente para enfrentar as muitas situações de conflito causadas pelos alunos em sala de aula, tanto entre eles quanto relacionados ao próprio professor, e, o filme mostra o quanto nós professores estamos suscetíveis a cair numa armadilha e, se não tivermos paciência e profissionalismo para resolver o problema, acabamos sendo mais uma vítima das nossas próprias palavras e atos usados sem intenções de prejudicar ou agredir nossos alunos.
No momento em que François, o jovem professor de francês remete a palavra “vagabunda” para comparar ao comportamento da aluna Esmeralda, questionei-me sobre a grande importância e necessidade do cuidado que precisamos ter ao falar com o aluno diante de determinadas situações de conflitos em sala de aula.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

OFICINA DA PALAVRA ESCRITA


Participar da oficina da palavra escrita dois contribuiu muito para minha prática, pois eram muitas as dúvidas com as tipologias textuais e gêneros textuais.
A professora Lícia Beltrão relizou uma oficina maravilhosa que favoreceu aprendizagem significativa, a mesma nos mostrou o encantamento que há nos livros, nas palavras e nas poesias.
Compreender que ler é sobre tudo um hábito saudável e que nós professores podemos transmitir isso para os nossos alunos, por meio de diferentes tipos de contos, poesias e textos publicitários.

domingo, 15 de novembro de 2009

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

FACULDADE DE EDUCAÇÃO

CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

ENSINO FUNDAMENTAL/SERIES INICIAIS

PROFESSORA MARCEA SALES

CURSISTA ADAIR NEIDE SENA DOURADO

ATIVIDADE GEAC TENÇÕES NA ESCOLA


ONDE EU ME ENCONTRO NA ESCOLA


A escola em que eu trabalho é possuidora de muitos ambientes agradáveis extraordinários, mas o que eu mais me identifico é a sala de aula, no momento em que estamos reunidos na roda de leitura ou roda de conversa, pois é neste momento que eu fico encanta com as histórias de vida de cada criança.

A foto retrata a professora lendo uma história e em seguida pede a alguns alunos que reconte a mesma. Neste momento abre também espaço para diálogos, onde penso em estabelecer laços de amizade, afetividade e interação social, entre professor e aluno para entender as relações de

preconceito e identidade, desenvolvendo linguagens orais por meio de leitura de histórias, leituras de músicas, dramatizações ou faz-de-conta, jogos e brincadeiras, compreendendo valores e noções de cooperação, sensibilidade, imaginação e solidariedade, estabelecendo regras e limites.

Desta forma busco promover, aprendizagens significativas, desenvolvendo assim varias linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro, desenvolvendo em especial o respeito em relação ao outro.




sexta-feira, 16 de outubro de 2009

AS CIDADES INVISÍVEIS

A atividade do Grupo de Estudos Literário (GELIT) AS CIDADES INVISIVEIS, Com a professora Fabrizia Pires e Josevanea Conceição, tem me proporcionado varias reflexões e interpretações de alguns textos. O livro mostra um dialogo entre o imperador e o viajante Veneziano o maior de todos os tempos Marco Pólo descreve que noites após noites, mil e uma histórias ao sultão, em As cidades invisíveis de Ítalo Calvino, cubano que foi para a Itália, mostra uma concepção de hermenêutica, não é uma historia linear, com inicio meio e fim. O famoso kublai khan, a quem serviu durante muitos anos, as incontáveis cidades do imenso império do conquistador mongol. E o que percebo ao longo do livro é que dá para trabalhar com os conceitos de filosofia e geografia, a rapidez e concisão do estilo são acompanhadas do tom encantátorio próprio das fabulas e contos populares.
Nesta rede de textos curtos, cada pagina é uma surpresa e com freqüência cada surpresa traz embutida dentro dela, uma outra surpresa, tal como certas cidades comportam outra dentro de seus muros. Os lugares que Marco Pólo descrevem sofrem as refrações da memória, as duplicidades do espelho, as insaciabilidades do desejo. Em uma palavra, que pode ter diferentes significados, apresentam sempre uma dupla face.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

INCLUSÃO DIGITAL, SOFTWARE LIVRE E GLOBALIZAÇÃO CONTRA HEGEMÔNICA.

Com a leitura do texto Inclusão Digital, Software Livre e Globalização Contra- Hegemonia,reforça a ideia da necessidade da capacitação do professor para a inseção das novas tecnológias em sala de aula.
Segundo Sérgio Amadeu "A ideia corrente em que um computador desconectado tem uma utilidade extremamente restrita na era da informatica,acaba sendo utilizado quase como uma maquina de escrever.Cabe a escola oferecer conhecimentos mais amplo referente ao uso do computador, não se prendendo apenas na área de digitação e pesquisa.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Reflexão a partir do texto lido no grupo -GEAC- Inclusão Digital

A partir da leitura do texto Exclusão/Inclusão;elementos para uma discussão,percebi que nesse descurso, o contexto da exclusão passa a ser encarada como um grande desafio a ser superado,uma vez que evidenciada também na exclusão digital.
A inclusão aconteçe quando o individuo consome mais ou seja, tem mais condição financeira para esta gastando com computdores, internete, o que tem mobilizado as comunidades, instituições na busca de lutar pelo direito do acesso a cultura digital, na perspectiva de inclusão funciona como um processo complexo que possa favorecer aos sujeitos o resgate de valores e direitos.

sábado, 22 de agosto de 2009

Inclusão Digital

Diante de tantas discusões acredito que a inclusão digital se dá por meio de projetos e ações que facilitam a interação e a comunicação de indívidos. Tem sido um assunto de grande debate,mas o que falta em nos professores educadores é saber como fazer uso desta tecnológia inclusiva, temos que potencializar os recursos de comunicação de forma a dar suporte que abram novos caminhos.No entanto muito precisa ser envestido para que escola,se transforme num espaço de formação dos professores, alunos e comunidade,potencializando a inclusão digital.

domingo, 12 de julho de 2009

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

FACULDADE DE EDUCAÇÃO

CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

ENSINO FUNDAMENTAL/SÉRIES INÍCIAIS

ATIVIDADE DE ORIENTAÇÃO COLETIVA

CICLO – DOIS

PROFESSORA SOLANGE MACIEL



PRODUÇÃO LIVRE DO CICLO DOIS


Pensamos nesta atividade coletiva para socializarmos as atividades do curso, que mais se aproximaram da nossa prática pedagógica, expressando assim as angustias e vitórias. Apresentada no seminario de encerramento do ciclo, dois banes um com atividade de tecnologia e um mapa temático da cidade de Irecê.As atividades que estão mais afastadas do centro é que menos deram certo no curso de licenciatura em pedagógia.










sábado, 11 de julho de 2009

ESTUDOS CINEMATROGRÁFICOS

Trabalhando com o grupo de estudos cinematográficos, GECI vale a pena ressaltar o filme “Forrest Gump”, apresentado pela professora Luiza Seixas, filmes muito interessante e “Vida Seca” trazido pela a professora Rosane Vieira, baseado no livro homônimo de Graciliano Ramos, com o editor Nelson Pereira dos Santos. Tem um cenário real da nossa região, apresentando a caatinga, a seca, foi muito emocionante ver aquela família em busca de uma vida melhor Eles passavam muitas dificuldades, eram humilhados por serem pobres. Como é triste pensar que, bem próximo a nós, existem pessoas como a família de Fabiano, que passam. Sua família era composta por Dona Sinhá, Fabiano, dois filhos e o fiel cachorro Baleia. História bem representada que fala do drama de retirantes, diante da seca, de extrema pobreza, e que sonham em ter uma cama de couro, casa e comida, que são as principais coisas para a existência do ser humano, e principalmente, sonham com uma escola para que seus filhos e que fossem gente e não terem aquela vida tão sofrida e miserável como aquela que vivia. melhorias, sendo que muitos desses padecem com o desemprego e demais dificuldades. que e principalmente, sonham com uma escola para que seus filhos fosse gente e não ter aquela vida tão sofrida e miserável como aquelas que viviam. Nos dias atuais, vivenciamos cenas de famílias sem nenhuma perspectiva de vida, que diante da problemática da seca que assola nossa região, saem para cidades grandes em busca de melhorias, sendo que muitos desses padecem com o desemprego e demais dificuldades.

Também refletindo sobre o filme Forrest Gump,que mostra a trajetória de um homem que desde criança enfrentou muitas dificuldades devidas ser uma pessoa com o QI abaixo do normal para algumas escolas da epoca,que mesmo assim conseguiu alcançar muitas vitórias em sua vida, por conta do acesso ele participa, dos fatos mais importantes dos Estados Unidos em um período de 40 anos. Ele consegue voltar ao passado contando toda a sua história sentada num ponto de ônibus e conversando com algumas pessoas quando uma pena cai, ele começa a narrar alguns fatos demonstrando a leveza e naturalidade dos problemas que passaram em sua vida, Ele conta essa história a partir dos sapatos de uma jovem enfermeira que senta a seu lado esperando o ônibus. Todos os obstáculos por ele enfrentados contribuíram para seu crescimento tanto na área financeira como emocional onde ele passou a ser visto como um ídolo para muitas pessoas.

A IMPORTÂNCIA DAS IMAGENS NA SALA DE AULA

Com a evolução cultural e intelectual do homem, surge a necessidade de registrar as novas descobertas, o que acaba consagrando a escrita pictográfica. É a conseqüência da passagem do homem constantimente cada vez mais exercitando-se.
http://penta3.ufrgs.br/videos/imagem_educacao/index1.html
Percebo que as imagens sempre fez parte da educação, por conta disso nós buscamos aperfeiçoar suas imagens, precisamos transmitir para os alunos que as imagens estão presente no contexto histórico.
Participar da oficina de imagem, me ajudou comprender a importância que as imagens tem para a aquisição da construção do conhecimento tanto para a escrita quanto para a leitura.
Um ponto que vejo como ainda mais interessante depois da atividade do vídeo é o planejamento sistematizado,a leitura do filme feito antecipadamente pelo o professor para que ele tenha uma visão de como será trabalhado e, assim inserir os alunos nesse tipo de trabalho que exige interação e integração.Já a atividade de tecnologia com a professora Maria Helena Bonilla, e os tutores Rita Dourado e Ariston Eduão,foi muito gratificante devido à experiência adquirida por mim, participando da atividade Oficina de Imagem, pois foi a partir desta que comecei a me interessar, a fazer contato com a máquina e deixar de olhar o computador como se fosse um bicho de sete cabeças; ainda não tenho muitas habilidades, estou simplesmente começando, e pretendo aprender muito mais com essa atividade. Estou aprendendo coisas interessantes, como, o uso do gimp, programa de computador, porque através dele, podemos levar nossa imagem a lugares que só podemos ir em sonho, só que, como todos os programas, ele também requer tempo para que as produções de manipulação de imagem fiquem perfeitas. É importante compartilhar essas tecnologias com os alunos, pois admiro o entusiasmo, a euforia dos mesmos; quando os levo para observar o computador na sala dos professores, para pesquisarmos as biografias de alguns dos escritores ou pintores que temos trabalhado na reprodução de telas ou poesias, durante o projeto trabalho na sala de aula.

A DISTÂNCIA ENTRE NÓS


UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO

CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
ENSINO
FUNDAMENTAL
/ SÉRIES INICIAIS

ATIVIDADE DO GELIT
PROFESSORA FABRIZIA PIRES
CURCISTA ADAIR NEIDE



A atividade do Grupo de Estudo Literario, GELIT, do livro A Distancia Entre Nós, com a professora Fabrízia Pires, este estudo tem provocado questionamentos interessantes, sobre o preconceito social. Sei que fica muito claro nas leituras do livro, na apresentação do seminário para o grupo do GELIT que ficamos com o tema Preconceito Social, que na Índia é simplesmente uma cultura. Mas, para mim, não passa de mero preconceito; para com aqueles que são chamados de intocáveis, são pobres sofredores, fazem todo trabalho sujo, limpando fossas, esgotos, ruas, e seus utensílios usados são separados das outras pessoas.

A autora Gloria Perez, vem mostrando a vida Indiana na novela da Rede Globo de Televisão “Caminho das Índias” (2009). Só que não conta toda a realidade, enquanto que no livro está mais clara, fala também das varias castas. “No Brasil também acontece essa crueldade com o ser humano e também nas escolas, por isso temos que rever a cada dia a nossa prática, para não termos atitudes discriminatórias com nossos alunos, pois acredito nas classes sociais”.


Hoje no seminário de encerramento do ciclo dois, fizemos várias apresentações indiana representando cenas do livro, a vida de Bhima e Sera as tendas mostrando como é a feria, o mercado, e a outra representando a casa de Será, e a amizade das duas. O vídeo mostra como Será era maltratada pelo o marido.


Duas mulheres. Duas vidas. Dois destinos que poderiam ser um só. Será e Bima estão indiscutivelmente ligadas, seja pelo silêncio ou pela cumplicidade. Mas ao mesmo tempo estão distantes, separadas por uma fronteira intransponível. Como se o fio que as une não fosse forte o suficiente para agüentar uma descarga elétrica, força que parece definir a sorte e a tragédia da patroa e da empregada. Duas vidas marcadas pela decepção, enganadas pela a traição, sujeitas a uma sociedade cruel cuja a voz berra e marca a fogo a existência dessas mulheres. A distancia entre nós é um romance avassalador, envolvente, intenso. Você não conseguirá parar de lê-lo,e não será o mesmo quando alcançar a ultima página.


ATIVIDADE DE ALFABETIZAÇÃO


Neste Ciclo Dois, a primeira atividade do curso da qual participei foi a de Alfabetização com a professora Geovana Zen, tendo uma grande contribuição para a minha prática pedagógica, ampliando meus conhecimentos a respeito de agrupamentos, hipóteses de leitura e escrita, de como aplicar um diagnóstico para a turma de alfabetização e educação infantil, grupo quatro. Antes, tinha uma ideia contrária sobre letramento. Esta atividade me ajudou a entender melhor os conteúdos do Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (PROFA), pois percebi no meu grupo para a realização dos trabalhos propostos pela professora Geovana que a maioria tinha dificuldade em diagnosticar as hipóteses de leitura e escrita, embora quase todos do grupo já terem participado do PROFA. Desta forma, entendo que precisamos buscar novos conhecimentos, como afirma Paulo Freire (1996,p.28):

Ao ser produzido, o conhecimento novo supera outros que antes foi novo e se fez
velho e se dispõe a ser ultrapassado por outro amanhã, por isso o educador precisa
estar atento às mudanças para buscar seu aprimoramento, que deve ser constante.



Retornando as atividades propostas pela professora da atividade de alfabetização, foram desenvolvidas com uma turma do segundo ano (1ª Série) do ensino fundamental, da Escola Municipal Duque de Caxias, da professora Anair Sena Dourado com o objetivo de refletir sobre o sistema de leitura e escrita. Inicialmente foi feito um diagnóstico, onde a professora dita para o aluno individualmente, uma lista de palavras de material escolar e ele vai escrevendo para avaliarmos as hipóteses de leitura e escrita individual de cada aluno, em seguida, para a próxima atividade, segue o planejamento da atividade com os agrupamentos de duplas, mediante as suas hipóteses de leitura e escritas, para a resolução da segunda atividade, uma parlenda, “Rei Capitão,” em tirinhas e outra em palavras, para que cada dupla forme a parlenda e que não devem sobrar palavra ou tirinha, pois todas pertencem à parlenda, e que fique bem claro para que outras pessoas possam ler

quarta-feira, 8 de julho de 2009

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

FACULDADE DE EDUCAÇÃO

CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

ENSINO FUNDAMENTAL/SÉRIES INÍCIAIS

ATUVIDADE 2222 – TERTULIA

CICLO – DOIS

PROFESSOR – MARIELSON

CURSISTA – ADAIR NEIDE SENA DOURADO


Reflexão sobre o filme o Carteiro e o Poeta


É um filme poético, sobre a extremidade da poesia, que se passa numa ilha do mediterrâneo, e Pablo Neruda se exila em uma ilha da Itália e um desempregado quase analfabeto é contratado como carteiro, encarregado da correspondência do poeta, e entre os dois se forma uma sólida amizade.

É um exemplo de simplicidade e versatilidade, poética com suas comparações e metáforas, o carteiro recebe ajuda do poete, a fim de conquistar o coração de uma donzela o grande amor de sua vida, descobre assim a poesia que sempre existiu em si, assemelhando-se às descobertas de verdade pelos os meios dialéticos.

E com as conversas com Pablo Neruda, Mario também se torna politizado e se declara comunista, tal como Neruda, pede que escreva um poema para sua amada Beatrice, ele se casa com ela, tem um filho, acaba o exílio de Neruda e ele volta para o Chile.

Mario seque os passos de Neruda pelos jornais, sonhando que ele voltasse a visitar seus amigos da ilha, ele recebe uma carta do secretario de Neruda pedindo que mande as coisas de Neruda para o Chile, ele grava uma mensagem com os sons da ilha.

Alguns anos depois, Neruda volta à ilha, procura por Mario, encontra apenas seu filho e sua esposa, Mario foi preso e morto pela policia, sua esposa entrega a mensagem a Neruda, e ele caminha pela praia pensando na vida de Mario, seu grande amigo.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Escola Municipal Irene Garofani
Direção Vera Lucia Marques Dourado
Coordenação Pedagógica Claudia Vasconcelos
Professora Adair Neide Sena Dourado
Infantil IV Turma C Turno Matutino


Projeto “A Criança na Construção de Sua História”



Reflexão:


Trabalho na Escola Irene Garofani, minha turma é formada de 25 crianças de quatro anos de idade, para a maioria este é o primeiro ano no ambiente escolar. Este semestre desenvolvei um projeto voltado para o conhecimento da identidade pessoal e coletiva. O Projeto teve a duração de dois meses, que teve como objetivo geral possibilitar que as crianças adquirissem conhecimento de se mesmo e da sua história.

Para o bom desenvolvimento do trabalho nós baseamos em diversos textos do universo infantil como: Músicas, poesias, Histórias, murais, leituras de imagens entre outros.

Buscamos proporcionar momentos lúdicos com brincadeiras em grupo, onde a interação se faça presente, com rodas de conversas, como também atividades individuais e coletivas, bem como noções de sua auto-imagem valorizando o respeito ao outro com o aprendizado das convivências com as diferenças neste momento de adaptação a escola.
.
Possibilitamos a construção da identidade da criança a partir das relações sócio-histórico-culturais, de forma autentica, consciente e contextualizada, dando-lhe oportunidades para conhecerem sua história, valorizando a vida, a manutenção da saúde, assim como promover a construção de uma auto-imagem positiva.

Trabalhar este projeto foi muito gratificante, pois os alunos se fizeram presentes e entusiasmados para o desenvolvimento do projeto. Porém eles se entusiasmaram mesmo foi pela culminância do projeto, pois foi desenvolvido o musical do “Elefante Tonho” sendo que foi filmada toda a apresentação. Eles adoraram.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

ROTEIRO PARA FILMAGEM

CICLO DOIS – 2009.1CURSISTAS: Adair Neide Sena Dourado, Claudia Neide Santos
e Maria Leide Neres Nunes
Disciplina: Filmagem
Profª.: Maria Helena Bonila

ROTEIRO PARA FILMAGEM Título: Minha história de infância
Escritora e narradora: Pablizia Maria Nunes

1ª Cena: Filmagem com Pablizia em sua casa na roça.

Texto:
Quero atenção de vocês
Jovens, adultos e crianças
Para contar um pouquinho
Do que trago na lembrança
Sentindo muita saudade
Vou contar as felicidades
Do meu tempo de infância


2ª Cena: Saída do povoado, panorama da roça com cenas de um
umbuzeiro com carroça e alimentação do gado.

Texto:
Eu já morei na roça
Distante do povoado
Com quatro fios de arame
Cercado por todo lado
Um pé de umbu no meio
Onde deixava a carroça
E o alimento do gado.

3ª Cena:Cena com Pablízia na beira da cerca no rancho
Tomadas com a cama de vara ilustrando a poesia e uma
arara cantando.

Texto:
Lembro da beira da cerca
Do rancho de enchimento
Lembro da cama de vara
Também da arara
Que cantava no relento

4ª Cena:Dentro do rancho – cenas do fogão a lenha aceso, família
reunida, meninos fazendo bolo de feijão, tomadas com a
família dormindo.

Texto:Lembro do fogão de lenha
Onde minha mãe cozinhava
E nas noites de frio
Era lá que eu esquentava
Eu, meu pai e meus irmãos
Fazendo bolo de feijão
Era assim que nós jantava

5ª Cena:Mãe fazendo café, todos sentados no banco de pau para
saborear o café.

Texto:
E na hora do café
No ranchinho apertado
A família reunida
Nos banquinhos assentados
Café da água da toca
E o beiju de tapioca
Com a manteiga de gado

6ª Cena Rancho – cenas do pote, busca de melancia, a quebra da
melancia para pegar o miolo.

Texto:
Me lembro do pote velho
Da água que eu bebia
Quando eu ia com meu primo
Buscar boi de melancia
Eu chamava ele de tolo
Pois só pegava o miolo
E o resto eu não queria

7ª Cena:Cenas do Umbuzeiro, da capanga dependurada na parede,
dos arreios, burundangas, balaio e uma danga de corda
no umbuzeiro.

Texto:
Debaixo do pé de umbu
Onde deixava a capanga
O arreio, a espingarda
Um monte de burundanga
Enxada e capinadeira
E balaio de fazer feira
E a corda e fazer danga

8ª cena:Filmando Pablizia na janela

Texto:
Por não ter muita cultura
Peço desculpa se errei
Mas sinto muito feliz
Pois minha história contei
Deixo abraços e beijos
Neste cordel sertanejo
Que agora finalizei.

Ficha técnica:
Direção geral:
Maria Liede Neres, Claudia Neide Santos
Produtores:
Maria Leide Neres Nunes, Cláudia Neide Santos, Adair Neide Sena Dourado
Roteiro:
Maria Leide Neres Nunes, Cláudia Neide Santos, Adair Neide Sena Dourado
Personagem:
Maria Pablizia Nunes - Cordelista
Cenário:
Casa de taipa na roça localizada no povoado de Queimada dos Rodrigues, Município de Irecê.

Edição de imagem:
Maria Leide Neres Nunes, Cláudia Neide Santos, Adair Neide Sena Dourado
Assistente de câmera: Maria Leide Neres Nunes
Trilha Sonora:
cordel – Marcello Rodrigues de Oliveira (Faculdade de Música)

Professores orientadoras:
Maria Helena Bonilla
Rita de Cássia Dourado Antunes
Ariston Eduão Pereira

Colaboradores:
Pablízia Maria Nunes
Maria Madalena Mendes de Souza
Manoel Belém da Silva
Anderson Tenório da Silva
Vanessa Oliveira Nunes
Pablicia Santos Souza
Welton Santos Silva

Apoio:
Ponto de Cultura Ciberparque Anísio Teixeira
Prefeitura Municipal de Irecê
Filme produzido por alunos do curso de Licenciatura em
Pedagogia – séries iniciais / Ensino fundamental.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Segunda listagem de pontos a serem acrescidos e suprimidos do memorial.

Refletindo sobre os textos lidos (Noblat, Nina Horta) nos livros de memórias pude perceber vários pontos que precisam ser reformulados no meu memorial.

TEMA - Escrevi o meu memorial para a seleção usando três marcadores, Eu estudante, Eu professora, Eu na formação, agora sei que farei um texto corrido, com as minhas histórias, fatos marcantes abrangendo um tema central.

ESTILO – Aparte das leituras nos livros e textos de memórias irei escrever um texto com mensagens alegres e claras que sejam prazerosas para os leitores.

ESTÉTICA – Na produção do primeiro memorial não escrevi um texto com belezas, sons e cheiros da natureza. Apartir de novos conhecimentos adquiridos com o curso produzirei um texto com belezas naturais e de qualidade.

CONTEÙDO – Deve ser acrescido com as minhas historias de vida, reajustando e teorizando com as novas vivencias, procurando escrever um texto com mais coerência incluindo a pratica pedagógica.

GRAMÁTICA – Houve vários erros de concordância, pontuação, acentuação coerência e coesão de texto e em tantas outras regras da língua portuguesa. Deve ser utilizada com mais atenção, ampliando seus conhecimentos para ter mais segurança e produzir bons textos.

O QUE DEVE PERMANECER – Fatos marcantes, registradas na minha história de vida e acontecimentos vividos no decorrer do curso.

O QUE DEVE SER EXCLUIDO – Os erros ortográficos e tudo que não seja tão importante para minha história de vida.

A ESCALA DE ABORDAGEM – Deve ser ampliada pois não consegui fazer essa conxtualização do micro e o macro no meu memorial, articulando os fatos locais e globais na nossa escrita.

O QUE OCORRER – No decorrer do curso deve ser acrescido novos conhecimentos e experiências vividas completando a minha história de vida.